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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Getúlio Vargas I







A fotografia Migrant Mother, uma das fotos estadunidense mais famosas da década de 1930, mostrando Florence Owens Thompson, mãe de sete crianças, de 32 anos de idade, em Nipono, Califórnia, março de 1936, e, busca de emprego ou de ajuda social para sustentar sua família. Seu marido havia perdido o emprego em 1931, e morrera no mesmo ano.
Esta imagem é mostrada como: A força da mãe americana.
Morreu pobre em 1983 de câncer e recebeu ajuda da comunidade para tratamento  médico. A filha da senhora Thompson, Katherine, (à esquerda da imagem) disse em uma entrevista de dezembro de 2008 que a fama da foto fez a família sentir vergonha de sua pobreza.


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G E T U L I O   V A R G A S
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Atrevo-me a escrever sobre esta figura histórica brasileira, motivado pela crise econômica mundial, que caminha para inundar o mundo dos terríveis efeitos de uma guerra global.
Na verdade, penso, ela já começou.
Quando nações inteiras se postam contra seus governos instigados pelo moderno conceito de “falta de democracia”.
Quando em regiões geográficas importantes várias nações se manifestam ao mesmo tempo em movimentos espontâneos lotando praças, desfraldando bandeira e palavras de ordem contra o sistema reinante e estes movimentos acabam sendo transformados em barris de pólvora para conflitos sociais intensos, deposição de governantes com o consequente enquadramento jurídico, julgamento sumários, condenação e aplicação da pena da forma mais vil, provocando uma instabilidade política  “ad aeternun”, reinando o terror e a vingança de  lados que não se conhece; transformando estes países em reféns de potencias que os espoliam e governam pelos seus sicários.
Quando nações de estados democráticos no continente europeu, se mobilizam contra as ações de governantes que os transformam em miseráveis, pedintes e usuários da caridade de instituições sociais para se alimentarem  como se mendigos fossem.
Quando os governos atentam apenas para as profecias nefastas das bancas financeiras anunciando caos econômicos e despem o povo para suprir as exigências das aves de rapina que predam as riquezas nacionais, exaurindo suas economias e mutilando seu povo.
Parece-me que haverá sacrifício por tempo indeterminado e riquezas não serão repostas aos descamisados de hoje e miseráveis de amanhã, estes povos, os filhos destas nações marcharão contra o poder e destruirão o inimigo que os assola. Neste caso os chamados estados democráticos e seus governos.
O pior de tudo é que os financiadores das sublevações e dos governos são os mesmos, que estão no alto de suas bancas financiando a indústria de guerra, enquanto o povo morre; eles ficam mais ricos e senhores do mundo com poder absolutista e inatacável. Escondem-se, são anônimos e ninguém os conhece e os reconhece.
Getulio Vargas deveria ter entrado neste meu texto, logo no segundo ou terceiro parágrafo.
Ele que foi governo durante o período de caos econômico mundial provocado pela grande depressão de 1929, cujos efeitos foram daninhos para a nossa economia baseada na exportação do café.
Getulio já em 1939 adotou o esvaziamento dos estoques determinando que o café fosse embarcado e despejado em alto mar, tendo em vista a grande quantidade estaocada e a falta de compradores no mercado internacional.
Se vocês me permitirem, continuarei falando deste importante líder nacional, estadista e visionário de uma nação rica e prospera num país que tinha e tem tudo o que os outros não tem para o seu desenvolvimento.

4 comentários:

  1. Respostas
    1. companheiro!
      Sei que es um de nos, mas ja aposentado, mas suas ideias ainda não aposentaram.Curvo -me aos seus texto, no qual e de grande valia ao conhecimento de quem apenas começou a caminhadas na liberdade do povo trabalhador.

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