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A fotografia Migrant
Mother, uma das fotos estadunidense mais famosas da década de 1930, mostrando
Florence Owens Thompson, mãe de sete crianças, de 32 anos de idade, em Nipono, Califórnia,
março de 1936, e, busca de emprego ou de ajuda social para sustentar sua
família. Seu marido havia perdido o emprego em 1931, e morrera no mesmo ano.
Esta imagem é mostrada como: A força da mãe americana.
Morreu pobre em 1983 de câncer e recebeu
ajuda da comunidade para tratamento médico. A filha da senhora Thompson, Katherine, (à
esquerda da imagem) disse em uma entrevista de dezembro de 2008 que a fama da
foto fez a família sentir vergonha de sua pobreza.
G E T U L I O V A R G A S
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Atrevo-me a escrever sobre esta
figura histórica brasileira, motivado pela crise econômica mundial, que caminha
para inundar o mundo dos terríveis efeitos de uma guerra global.
Na verdade, penso, ela já começou.
Quando nações inteiras se postam
contra seus governos instigados pelo moderno conceito de “falta de democracia”.
Quando em regiões geográficas
importantes várias nações se manifestam ao mesmo tempo em movimentos
espontâneos lotando praças, desfraldando bandeira e palavras de ordem contra o
sistema reinante e estes movimentos acabam sendo transformados em barris de
pólvora para conflitos sociais intensos, deposição de governantes com o
consequente enquadramento jurídico, julgamento sumários, condenação e aplicação
da pena da forma mais vil, provocando uma instabilidade política “ad aeternun”, reinando o terror e a vingança
de lados que não se conhece;
transformando estes países em reféns de potencias que os espoliam e governam
pelos seus sicários.
Quando nações de estados democráticos
no continente europeu, se mobilizam contra as ações de governantes que os
transformam em miseráveis, pedintes e usuários da caridade de instituições
sociais para se alimentarem como se
mendigos fossem.
Quando os governos atentam apenas
para as profecias nefastas das bancas financeiras anunciando caos econômicos e
despem o povo para suprir as exigências das aves de rapina que predam as
riquezas nacionais, exaurindo suas economias e mutilando seu povo.
Parece-me que haverá sacrifício por
tempo indeterminado e riquezas não serão repostas aos descamisados de hoje e
miseráveis de amanhã, estes povos, os filhos destas nações marcharão contra o
poder e destruirão o inimigo que os assola. Neste caso os chamados estados
democráticos e seus governos.
O pior de tudo é que os
financiadores das sublevações e dos governos são os mesmos, que estão no alto
de suas bancas financiando a indústria de guerra, enquanto o povo morre; eles
ficam mais ricos e senhores do mundo com poder absolutista e inatacável.
Escondem-se, são anônimos e ninguém os conhece e os reconhece.
Getulio Vargas deveria ter entrado
neste meu texto, logo no segundo ou terceiro parágrafo.
Ele que foi governo durante o
período de caos econômico mundial provocado pela grande depressão de 1929,
cujos efeitos foram daninhos para a nossa economia baseada na exportação do
café.
Getulio já em 1939 adotou o
esvaziamento dos estoques determinando que o café fosse embarcado e despejado
em alto mar, tendo em vista a grande quantidade estaocada e a falta de compradores
no mercado internacional.
Se vocês me permitirem, continuarei
falando deste importante líder nacional, estadista e visionário de uma nação
rica e prospera num país que tinha e tem tudo o que os outros não tem para o
seu desenvolvimento.

Bom texto.
ResponderExcluirObrigado
Excluircompanheiro!
ExcluirSei que es um de nos, mas ja aposentado, mas suas ideias ainda não aposentaram.Curvo -me aos seus texto, no qual e de grande valia ao conhecimento de quem apenas começou a caminhadas na liberdade do povo trabalhador.
A luta continua.
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