A Senhora Merkel acordará na
segunda feira com uma sensação de que alguma coisa deu errado no seu projeto de
poder.
França e Grécia não aceitaram o
discurso de que era necessário salvar a zona do euro e votaram contra o poder
local derrotando Nicolas Sarkosy e elegendo Francois Hollande presidente da
França.
Hollande não esconde que quer o
controle das contas públicas, mas opostamente ao que prega Merkel e é seguida por
Sarkosy na defesa de um governo que gaste menos, Hollande afirma que o
desenvolvimento econômico e a geração de empregos não podem ser abandonados.
Na Grécia, as pesquisas de
opinião apontam que os dois tradicionais partidos o conservador Nova Democracia
e o Socialista Pasok, não conseguirão alcançar a maioria das cadeiras para
formar um novo governo. O que impressiona é seguimento dos Gregos estarem
optando pelo partido nazista. A verdade é que Um novo governo terá que ser
formado com partidos pequenos que são contra as medidas restritivas imposta
pela Senhora Merkel ao continente europeu. Se assim for, a Grécia poderá abandonar
o pacto econômico europeu. É possível que outros países sigam o seu exemplo
provocando uma catástrofe nas pretensões da Senhora Merkel de fazer da Alemanhã
a nação preponderante sobre as demais nações do continente europeu.
Diante destes fatos; França e
Grécia com problemas comuns, de intensidade diferente, poderão ser o divisor de
água na economia européia. Cabe aos trabalhadores que irão ao pleito saberem
definir suas posições e votarem segundo os interesses da classe trabalhadora
mundial, renegando políticas que lhes tiraram direitos de décadas, piorando
suas vidas e levando ao desespero milhões de aposentados e milhares de
empresários que optam pelo suicídio por não verem perspectivas de futuro diante
da realidade atual.
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