A soberba do homem o abaterá,
mas a honra sustentará o humilde de espírito. Pr 29:23
mas a honra sustentará o humilde de espírito. Pr 29:23
É impossível deixar de formular na construção dos valores humanos o maior deles “a dignidade”.
De acordo com a definição de Kant a “dignidade é o valor absoluto da racionalidade humana”. Segundo Kant, as coisas tem preço e as pessoas tem dignidade. A diferença entre o preço das coisas e a dignidade das pessoas está na natureza que as constitui. De um lado, as coisas são seres destituídos de razão, portanto não possuem vontade própria. De outro lado, as pessoas são seres racionais, portanto possuem vontade. Deste modo, o que atribui dignidade à uma pessoa é a sua natureza racional, ou seja, o fato de possuir vontade.
No mundo das relações profissionais aquele que paga salário tem que ter permanentemente na sua conta que ele paga por algo que alguém produz; nada mais que isso.
Nas relações políticas; o principal produto a ser transacionado são as relações de confiança, ditas por alguns como uma relação de olhar no olho, ou seja: tu me ofereces o teu trabalho e eu te ofereço a felicidade, a condição de satisfação pelo estabelecimento de uma relação de confiança.
Na maioria das vezes este olhar no olho, esta relação de confiança tem mão única e favorece aquele que detém o poder. Que pode pelas razões e pelo juízo de valor quer fizer (por exemplo se o detentor de poder sofrer de um mal chamado de bi polaridade moral, onde apenas a sua tem valor), os trabalhadores políticos sofrem constrangimentos de toda ordem, inclusive com agressões públicas colocando em xeque sua honorabilidade e sua capacidade de formulação e de articulação com o meio e principalmente sua dignidade.
Na maioria das vezes o grande público não percebe as fraquezas e as fragilidades que permeiam as relações entre pessoas de um mesmo time, enquanto uns disputam cargos eletivos outros constroem palanques e neles inserem mitos cujo principal mérito (deste mito) é ser uma pessoa humana cujos valores são irretocáveis e irrepreensíveis.
Quando os valores não são suficientes para respeitar o discurso de olho no olho como forma de expressar confiança há sem sombra de dúvidas uma quebra do principio da hegemonia dos valores na conduta de quem a expressa.
Para deixar claro é preciso explicitar que discurso e todo compromisso moral assumido por uma pessoa e se constitui pela forma de expressar pensamentos e opiniões e que faz deste valor a base das suas relações. Também é necessário explicitar que moral é um conjunto de valores adotados por um indivíduo; e ética é uma disciplina que estuda a moral nas relações culturais de um determinado agrupamento de pessoas seja em forma de nação, seja em forma de grupos sociais diversos que permeia uma sociedade.
Voltando ao tema dignidade humana nas relações interpessoais em qualquer modalidade de trabalho e em qualquer relação humana é necessário voltar a Kant que afirma que a "dignidade é reconhecida como o valor de uma maneira de pensar". Este valor, segundo o filósofo, coloca-se acima dos valores de mercado ou sentimento por constituir-se um valor absoluto. O sentido de valor absoluto é atribuído, por um lado, a tudo aquilo que não admite ser substituído por qualquer coisa equivalente. Colocado, segundo Kant, infinitamente acima do sentido de valor de mercadoria, o sentido de valor absoluto representa "o que está acima de todo preço e, por conseguinte, o que não admite equivalente, (isto é) o que tem uma dignidade".
Na nossa sociedade de maioria cristã permeiam valores que são constituídos pelos ensinamentos de Cristo cujo princípio moral e ético esta sob a égide do amor também tratado pelo apostolo Paulo como o eixo de todas as relações humanas. Cristo ensinou que ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses (Lc 6:29) como sinal de submissão ao amor. O Apostolo Paulo ensinou: e ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. (1 Co 13:1). Lembro-me dos discursos sem comprometimento com o futuro sendo apenas promessas de um momento sem nenhuma relação com o momento seguinte. Parece o soar de um metal no horizonte sem significado algum.
Cabe-me como seguidor do CRISTO lembrar de Tiago o Apostolo Amado para dizer que “O homem de coração dobre e inconstante em todos os seus caminhos e recomendou aos Cristãos o seguinte “Mas glorie-se o irmão abatido na sua exaltação, ou na sua dignidade. Tg. 1: 8-9.
Perdoar não e fácil, orar e pedir misericórdia é o único caminho para ver expirar os prazos para ações do velho homem e continuar seguindo os passos de CRISTO.
Toda honra e toda gloria aquele que deu sua vida por nós.
De acordo com a definição de Kant a “dignidade é o valor absoluto da racionalidade humana”. Segundo Kant, as coisas tem preço e as pessoas tem dignidade. A diferença entre o preço das coisas e a dignidade das pessoas está na natureza que as constitui. De um lado, as coisas são seres destituídos de razão, portanto não possuem vontade própria. De outro lado, as pessoas são seres racionais, portanto possuem vontade. Deste modo, o que atribui dignidade à uma pessoa é a sua natureza racional, ou seja, o fato de possuir vontade.
No mundo das relações profissionais aquele que paga salário tem que ter permanentemente na sua conta que ele paga por algo que alguém produz; nada mais que isso.
Nas relações políticas; o principal produto a ser transacionado são as relações de confiança, ditas por alguns como uma relação de olhar no olho, ou seja: tu me ofereces o teu trabalho e eu te ofereço a felicidade, a condição de satisfação pelo estabelecimento de uma relação de confiança.
Na maioria das vezes este olhar no olho, esta relação de confiança tem mão única e favorece aquele que detém o poder. Que pode pelas razões e pelo juízo de valor quer fizer (por exemplo se o detentor de poder sofrer de um mal chamado de bi polaridade moral, onde apenas a sua tem valor), os trabalhadores políticos sofrem constrangimentos de toda ordem, inclusive com agressões públicas colocando em xeque sua honorabilidade e sua capacidade de formulação e de articulação com o meio e principalmente sua dignidade.
Na maioria das vezes o grande público não percebe as fraquezas e as fragilidades que permeiam as relações entre pessoas de um mesmo time, enquanto uns disputam cargos eletivos outros constroem palanques e neles inserem mitos cujo principal mérito (deste mito) é ser uma pessoa humana cujos valores são irretocáveis e irrepreensíveis.
Quando os valores não são suficientes para respeitar o discurso de olho no olho como forma de expressar confiança há sem sombra de dúvidas uma quebra do principio da hegemonia dos valores na conduta de quem a expressa.
Para deixar claro é preciso explicitar que discurso e todo compromisso moral assumido por uma pessoa e se constitui pela forma de expressar pensamentos e opiniões e que faz deste valor a base das suas relações. Também é necessário explicitar que moral é um conjunto de valores adotados por um indivíduo; e ética é uma disciplina que estuda a moral nas relações culturais de um determinado agrupamento de pessoas seja em forma de nação, seja em forma de grupos sociais diversos que permeia uma sociedade.
Voltando ao tema dignidade humana nas relações interpessoais em qualquer modalidade de trabalho e em qualquer relação humana é necessário voltar a Kant que afirma que a "dignidade é reconhecida como o valor de uma maneira de pensar". Este valor, segundo o filósofo, coloca-se acima dos valores de mercado ou sentimento por constituir-se um valor absoluto. O sentido de valor absoluto é atribuído, por um lado, a tudo aquilo que não admite ser substituído por qualquer coisa equivalente. Colocado, segundo Kant, infinitamente acima do sentido de valor de mercadoria, o sentido de valor absoluto representa "o que está acima de todo preço e, por conseguinte, o que não admite equivalente, (isto é) o que tem uma dignidade".
Na nossa sociedade de maioria cristã permeiam valores que são constituídos pelos ensinamentos de Cristo cujo princípio moral e ético esta sob a égide do amor também tratado pelo apostolo Paulo como o eixo de todas as relações humanas. Cristo ensinou que ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses (Lc 6:29) como sinal de submissão ao amor. O Apostolo Paulo ensinou: e ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. (1 Co 13:1). Lembro-me dos discursos sem comprometimento com o futuro sendo apenas promessas de um momento sem nenhuma relação com o momento seguinte. Parece o soar de um metal no horizonte sem significado algum.
Cabe-me como seguidor do CRISTO lembrar de Tiago o Apostolo Amado para dizer que “O homem de coração dobre e inconstante em todos os seus caminhos e recomendou aos Cristãos o seguinte “Mas glorie-se o irmão abatido na sua exaltação, ou na sua dignidade. Tg. 1: 8-9.
Perdoar não e fácil, orar e pedir misericórdia é o único caminho para ver expirar os prazos para ações do velho homem e continuar seguindo os passos de CRISTO.
Toda honra e toda gloria aquele que deu sua vida por nós.
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