Pois os jornais da Alemanha estão a publicar que a Senhora Merkel, chanceler daquele país, se recusa a receber o candidato socialista ao governo Frances, o Senhor François Hollande. Juntaram-se a este proposito o presidente do conselho italiano, Mario Monti, e o chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy; O primeiro-ministro britânico, David Cameron gostou da balada e juntou-se a eles. Em principio parece natural que governantes tenham suas simpatias, porém, neste caso, é uma posição conservadora em defesa da zona do euro e não me espantarei se Nicolas Sarkozy, presidente da França começar a se recuperar eleitoralmente, já que a maioria dos franceses apóia seu oponente. O Senhor François Hollande tem posição divergente e propõe uma renegociação do pacto fiscal, imposto pela Senhora Merkel aos países endividados. Fico aqui pensando com meus botões: Terá a Alemanhã coragem: de vencendo o Senhor Hollande impor a França sansões que a submetam aos tacões do banco central da zona do euro e do FM? Esta ameaça pode derrotar o oponente do conservador Sarkozy?
Ou o povo Frances, já humilhado tantas vezes pela Alemanha, vai dar um basta e por o trem nos trilhos da história? Confesso, torço por esta ultima hipótese, por ser uma ação de defesa dos interesses globais dos que vivem de salário. A Alemanha com a sua arrogância provocou o maior cataclisma da história da humanidade, onde mais de cinqüenta milhões de pessoas perderam a vida e deu origem ao princípio do fim da hegemonia dos povos sobre seus destinos. A França é um dos países que tem sérios problemas para resolver seu fluxo de caixa, também, tem um dos piores indicadores de desemprego de toda a Europa. Populações e governos estão se enfrentando com ações que podem devolver a liberdade ou submeter à escravidão milhões de homens e mulheres de olho azuis. O tempo dirá.
Belo texto, torcemos para que a França ponha o trem nos trilhos. Basta!!!
ResponderExcluirGilson.
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ResponderExcluirSe o maquinista for confiável é provável que isto ocorra.
ResponderExcluirGostei da leitura, esperamos que os franceses possam concretizar um novo amanhã e uma nova história. Merci pelo texto! Juliana
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