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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Reflexões e observações para a abordagem do assunto energia e a crise atual.


Ano 2008. 

Mea culpa”. Fui acostumado ao uso de todas as formas de energia como se fossem infinitas e nunca questionei. 

statos quo”. Todos têm responsabilidades com relação à situação atual. 
·                     Conservadores e progressistas sempre apresentaram soluções para as questões do bem estar coletivo e individual dizendo ser uma questão econômica a ser equacionada sobrou para os economistas fazerem os remendos. Um lado a corrente das finanças alegam que com capital e tecnologia tudo é possível basta precificar, do outro lado o trabalho é a fonte da riqueza e energia. Estes axiomas estão conduzindo a humanidade para um beco sem saída. As duas partes mantêm seus olhares em seus respectivos umbigos, sempre com a idéia de preservar o controle do poder. Os dois sistemas convivem e disputam o predomínio do exercício no poder. Ambos relegam ao segundo plano a questão da “energia”, essencial à sobrevivência da humanidade. 
·                     Embora a energia seja “abstrata” com características multiformes, é a essência da própria vida. Não a criamos nem destruímos, existimos a partir dela – energia. Erwin Schrodinger já em 1945 dizia que nossa vida era um constante desequilíbrio termodinâmico mantida pela base alimentar de baixa entropia e fluxos de saída de alta entropia, e que a morte era o retorno ao equilíbrio (fim do ciclo de Krebes). A matéria e os fluxos energéticos estão sujeitos às leis da termodinâmica. Todo o universo é um grande fluxo de formas cinéticas e potenciais energéticos! 
·                     Não se deram conta que os fluxos energéticos são os reais vetores de modificação e melhoramento das condições de vida. A distribuição dos benefícios é uma questão da condição humana onde prevalece a sobrevivência e a reprodução. 
·                     A percepção desta questão era de conhecimento dos gregos, que fugiram às suas responsabilidades e relacionaram as desgraças humanas aos deuses. 
·                     Outrora os vetores energéticos, abundantes nas suas diversas formas, permitiram extraordinários crescimentos populacionais, cujo resultado foi o exaurimento de vários recursos naturais disponíveis, como a civilização suméria, cujo sofisticado sistema de irrigação não previu a drenagem e acabou com as bases da sustentação de sua civilização; como os Maias no extermínio das árvores minaram seu sistema de suprimento à construção de canoas e ceifaram o suprimento de alimentos, sendo fácil enumerarem vários outros exemplos. 
·                     O mais importante livro (no mundo ocidental) da humanidade a Bíblia em seu primeiro capitulo Gênesis aponta que o homem tem o direito divino de fazer uso de todos os recursos existentes para crescer e multiplicar. Pela autorização divina não existe pecado, tudo é permitido e sempre será suprido e perdoado. 
·                     Crescemos e surgem agora restrições. A energia na forma de biomassa, nos ciclos curtos ou longos, está caminhando em sentido contrário à exponencial explosão da população mundial.... Este é o grande paradoxo do século XXI: “quanto mais somos mais próximos do fim estamos”. 
·                     No alvorecer deste novo século um novo ciclo começa a se delinear, com imensos desafios de proporções extraordinárias: prevê-se que em duas gerações todas as reservas convencionais de gás, petróleo (leves e doces) e carvão estarão esgotados se mantidos os atuais níveis de uso per capita das nações desenvolvidas, cuja utilização desses recursos foi e é perdulária. A crise atual mundial econômica e financeira tem origem neste inicio da escassez. 
·                     Varias revoluções aconteceram desde que o homem saltou das arvores e começou a caminhar. A era do fogo, a era do bronze, a era do ferro, a fala, a escrita, “homo industrialis” com a revolução industrial pela maquina a vapor, a eletricidade, a eletrônica. Tudo isso possível graças à disponibilidade de diferentes formas e estados de fluxos energéticos cinéticos e potenciais (EC-EP). 
·                     A população mundial saltou de forma extraordinária - já somos mais de 6 bilhões de habitantes que vivem sobre os mesmos 500 milhões de km2 de terra. Uma bela densidade comparada à do inicio do século passado e anteriores. Somos 10 pessoas para cada Km2. Se retirarmos as áreas inóspitas, os desertos e os dois extremos pólos Sul e Norte, a concentração populacional pula para 44 pessoas. Mas não se esqueçam - faltam todos os outros casais da arca de Noé. Esta ficando um pouco apertado. E os animais têm a noção exata do preconceito da humanidade. 
·                     Os únicos e reais responsáveis por este fantástico crescimento são a madeira, o carvão e o petróleo, com suas altas concentrações de carbono reduzido (entalpia elevada), e em especial dos processos industriais na síntese de nitrogênio para obtenção de fertilizantes. 
·                     È premente anunciar em alto e bom som, em todos os idiomas: “A festa acabou”.  Caberá á espécie “homo sapiens sapiens” fazer a grande comprovação das observações de Darwin na sua própria espécie. Veremos se a denominação “sapiens” é merecida - o dirá a seleção da nossa espécie. 
·                     Estamos diante de um grande paradigma (necessidade de mudanças) e um paradoxo (a impossibilidade de atender a todos). Os políticos prometeram o paraíso e o crescimento junto à distribuição de bolo. E nada agora e muito menos no futuro. O discurso político da possibilidade do crescimento econômico é uma nova forma de enunciar o moto continuo. 
·                     São novos tempos no palco da vida em cartaz a apresentação da peça: Escassez.  Vão prevalecer os conceitos de Darwin (o mais apto a se adapta as novas condições sobrevirá), e da própria natureza - não existe ética e sim sobrevivência. 
·                     Todas as crises que confrontaram a humanidade sempre foram ultrapassadas pelo surgimento de alternativas nos vetores energéticos embutidos e não até então usados, estados energéticos potenciais existentes e não aproveitados. Durante 2000 anos construímos e reconstruímos infra-estruturas, usamos a madeira, o carvão, os petróleos, o gás, a energia nuclear. 
·                     Aplicávamos pequenas quantidades energéticas e obtínhamos retornos elevados (EROEI = Energy return on Energy invested), no ultimo século as etapas vencidas foram sempre subvencionadas pelo petróleo. Procurem uma única atividade humana que não tenha subsidio atualmente do petróleo, acharam? Única resposta é não. 
·                     Esta troca com a natureza sempre nos foi favorável e nossa imprevidência ajudou e tornou habito o desperdiço e os consumos extraordinários sem as devidas precauções. 
·                     Pensávamos e julgávamos que orando na crença da ajuda divina como mantenedora de fornecimento e dos suprimentos “ad eternum”. Temos a arrogância humana de dizer que somos imagem e semelhança a um Deus criador. Desde Giordano Bruno ficou claro que o sistema não aceita criticas e que não devemos contradizer a verdade dos poderosos nas suas praticas mesmo sendo verdadeiro o argumento do contraditório. E nos sujeitar a sofrer sentenças como a de Galileu Galilei mudando e “pure gira” por esfreda.
·                     O tempo passou, a verdade prevaleceu, mas o conceito enraizado que somos o centro do universo e tudo à nossa espécie pertence, permanece intocável continuamos sábios bizantinos. Senhores, nós somos finitos e limitados a terra onde habitamos. Todos os recursos são finitos e exauríveis. O universo seguirá seu curso e restarão talvez daqui alguns milhões de anos traços que neste período uma forma de vida (?) deixou musica, pintura, esculturas, poesia.... Só resquícios da arte ficarão. Pixinguinha, Cartola e “suas rosas que não falam..”, Tarsila, Portinari.....Puccini....Verdi...Dante..... 
·                     Estamos diante de um grande dilema. Os atuais governantes não têm coragem de transmitir à população mundial a verdade. Não vai ser possível manter os atuais níveis de crescimento econômico e populacional, pois não existem formas energéticas potenciais para dar condições mínimas para os 6 bilhões atuais, quem dirá para, os 9 bilhões em breve se forem mantidas as atuais taxas de natalidade e fecundidade. 
·                     A crise atual tem origem na: “escassez de formas energéticas”. A crise nos EEUA (2008) é o primeiro a sentir a escassez das formas potenciais energéticas. Somente uma ponta de um imenso iceberg (gás-alimento, água-alimento, petróleo-alimento, diversas bombas relógio armadas......). Toda a cadeia produtiva está se rompendo. Com desdobramentos em todos os setores da economia e suas drásticas repercussões financeiras e econômicas. 
·                     São novos tempos para verdadeiros estadistas “iluminatis” não fanfarrões, falastrões, agressores e bravateiros. Faltam lideres no Mundo. Desde a década de 70 os EEUA não têm no seu comando um Presidente com estatura e peso de um Jimmy Carter. Falo em especial dele, pois no ano que me formava em 1977 no dia 18 de abril de 1977 encaminha mensagem ao Congresso propondo uma nova rota para a Nação na questão energética, vislumbrava os acontecimentos atuais. O documento em questão tem uma atualidade impressionante merece ser lido e discutido. 
·                     Alguns números para entender a magnitude da situação. Hoje a demanda atual por petróleo esta na ordem de 85 milhões de barris dia. Aos preços atuais de $ USA de 60 por barril. Estamos falando de uma transferência de 5,1 bilhões de dólares diários ou 1, 8 trilhões de dólares anuais. Não existe indústria no mundo capaz de sofrer tamanha sangria. Quando o preço do petróleo 140 $USA deu inicio a quebradeira geral. 
·                     A necessidade básica agora é da decência ética na sociedade em especial na política com seus representantes nos legislativos, executivos, nos judiciários e nas grandes corporações se faz prioritária: tudo deve ser dito e questionado. O colapso bancário oriundo da falta de regulamentação é um primeiro exemplo do que esta por vir o credito é um capital falso. O controle do crescimento populacional deverá ser tema universal e ultrapassar os dogmas religiosos. Deverão ser estabelecidos metas e processos de produção com ciclos sustentáveis e descentralizados na ocupação da terra voltados permanentemente para a preservação da sua fertilidade. 
·                     Nas diversas atividades não será mais a referencia única, à taxa de retorno do capital investido ROCE. O único fator a estabelecer a existência de uma atividade nas sociedades atuais. Deveremos levar em conta outra forma necessária. Quantificar entre a energia cedida ao processo e usada e energia liquida final que devera ser sempre positivas e maiores que 1 próximo de 5..... 
·                     A natureza recicla e regenera: esta é a lei para os sistemas serem ciclos virtuosos sustentáveis. Sempre estaremos falando como origem e fonte a energia proveniente das radiações oriundas das reações nucleares no sol. Dos economistas deveremos copiar a URV unidade de referencia de valor e criarmos a URE unidade de referencia de energia pelo rendimento no uso final. 
·                     Numa época em que a mídia passa a maior parte do tempo incentivando ao consumo, o desperdício não é abordado bem como seus excessos. As pessoas que procuram à simplicidade e frugalidade são consideradas fora (Off), pois se contentam com o necessário. 
·                     Caros senhores não existe formas energéticas para manter a festa privada atual ”private party”. Como em toda festa ao final temos a conta e esta terá proporções extraordinárias. Mesmo fazendo uso de todas as reservas dos diversos bancos centrais das nações mais ricas e dos fundos soberanos não será possível a liquidação da fatura. 
·                     A crise não tem solução econômica, pois a sua origem é física. Sabendo de antemão que 3 bilhões não foram ao evento, nem convidados foram, mas com certeza participarão do rateio e assumirão a maior parte dos ônus. 
·                     Minha observação como engenheiro tem como base a termodinâmica à ciência que estuda a energia. Mesmo hoje ninguém tem uma definição do que seja energia. Penso que o filosofo que formular o conceito terá com certeza, encontrado a razão da vida. O próprio Albert Einstein se considerava mais filosofo que um físico: “One may say "the eternal mystery of the world is its comprehensibility." It is one of the great realizations of Immanuel Kant that the setting up of a real external world would be senseless without this comprehensibility.” Albert Einstein 
·                     Para todos que possuem formação acadêmica cientifica a termodinâmica é a mãe de todas as ciências e o primeiro alicerce do conhecimento. A primeira e segunda leis da termodinâmica regem todos os fundamentos básicos e os preceitos das diversas interações. 
·                     A partir destes conceitos deverão ser tomadas as decisões para ajustar e distribuir mais equitativamente as formas e estados energéticos disponíveis no mundo. Se Marx tivesse tido acesso aos seus fundamentos teria definido valor e preço dos trabalhos e as regras do jogo seriam mais claras. 
·                     O incrível é que quatro semitas induziram ao pensamento da espécie e não foram compreendidos: Jesus e a compaixão, Espinosa e o dever de questionar tudo, Marx e as relações de trabalho e a própria vida e suas indagações até hoje não respondidas e Einstein a sua essência o todo.  
·                     Vou tentar descrever a termodinâmica de uma forma mais laica: ela nos diz que não podemos vencer o jogo, a cada instante estamos em uma situação inferior a anterior e por ultimo não podemos sair do game sabendo que vamos perder.  
·                     Neste percurso devemos agradecer à Gibbs, Clausius, Boltzemann, Thompson, Carnot, Maxwell, Andrews, Watt e outros que dedicaram estudos e inestimáveis fundamentações. Com seus embasamentos foi possível o entendimento das manifestações dos fluxos energéticos. E a diferenciação nas formas cinéticas e potenciais dos diversos vetores. 
·                     A termodinâmica me foi apresentada na PUC, tomei ciência que os limites na Terra eram finitos e que não criávamos e não destruíamos energia - só existia uma fonte as radiações solares fruto das reações nucleares no Sol - usamos o calor (energia em movimento) ou suas outras formas armazenadas potenciais e cinéticas derivativas. Deste conceito ainda não totalmente claro vivemos. Energia não está claramente definida, a física quântica contradiz Einstein. As escalas de tempo e espaço são os outros contrapontos destes questionamentos. As contrações e expansões do universo, ou universos colocam em xeque algumas teorias de vida eterna e os conceitos de renováveis e a velocidade constante da luz. Serão sempre novas formas, novos tempos, novos ciclos e novas abordagens. 
·                     Somos um destes pequenos ciclos individualmente, mesmo pensando como civilização. Continua ínfima perante o tempo de existência da própria Terra. Calcula-se seja de 4.8 bilhões de anos no sistema solar. Somos oriundos das moléculas orgânicas uni celulares dos primórdios a 3.5 bilhões de anos. O homem dito “Sapiens” está presente neste intervalo de tempo de 1.000.000 anos. Comparados aos bilhões anteriores não passa mais que um pequeno ponto no todo (um segundo cósmico). Antes foram os organismos unicelulares seguidos dos seres superiores. Os bilhões de anos anteriores existiram independentes da nossa vontade e os próximos também.   
·                     Os elementos chaves são os carbonos e suas propriedades físicas nucleares e extraordinária capacidade de armazenar energia na mudança de estado e o hidrogênio. Fazer uso de biomassa fossilizada ou biomassa atual é estar sempre falando em oxidar carbono e hidrogênio. Este é o verdadeiro milagre da vida. 
·                     Os atuais governantes estão conduzindo suas administrações julgando que investimentos e crescimento são capazes de suplantar as dificuldades sinalizadas. Os financistas pensam que preço viabiliza qualquer atividade. A energia devera ser considerada como uma exceção para ajustar todos para a realidade. 
·                     Todos deverão sentar e começar a esclarecer e definir conceitos de forma comum e única com a mesma semântica. Ex, Recursos e Reservas. Pobre dos economistas que como mariscos ficam entre os choques das duas correntes de pensamento e exercício de poder. 
·                     É tempo para grandes Estadistas, bons economistas, jurista par junto formularem propostas e mecanismos de controle e a nós técnicos passarmos informações solidas. Sistemas de ciclos sustentáveis com os balanços de massa e energia claros. As definições deverão ser comuns para facilitar os diagnósticos. Falar em combustíveis e fontes renováveis é fazer renascer o mito do moto continuo com um discurso mais elaborado. Outra forma é afirmar crescimento da economia mundial algo impossível diante dos limites físicos mundiais. 
·                     Diante deste nível de incertezas e da necessidade de estabelecer um planejamento estratégico de forma a conduzir a sociedade mundial e a sua matriz energética atual para o novo quadro que se avizinha. Iniciar uma discussão coletiva para ampliar o diagnostico e propor soluções e aos governantes darem ciência aos seus governados e prepará-los para a grande transição de hábitos e costumes, na necessidade de preservar a vida. 
·                     Fundamental e necessário é ter decência técnica e ética não omitindo a gravidade da situação. Tergiversar falando de aquecimento global e acusar injustamente o CO2 como responsável é estelionato e desvio de foco da questão principal a falta de formas potenciais energéticas. De todos os usos energéticos que a sociedade mundial atual faz uso mais de 90% tem como base a oxidação de carbono. 
·                     É necessário transmitir a todos que o petróleo não tem substituto e que nas atuais infra-estruturas outras formas não são alternativas.
·                     Os ilustres senhores do grupo de trabalho do IPCC se tornaram fervorosos fanáticos religiosos tendo como profissão de fé o aquecimento global estão mais para pitonisas, adivinhos do que de fato homens de ciência, com certeza não são virgens incompurcaveis dos templos gregos. Induzir uma terapia coletiva talvez já seja um inicio para enfrentar a verdade. 
·                     Avançaram demais nas afirmações e não tem coragem de reconhecer e retroceder. Precisam claramente dizer o que vão aquecer e que forma cinética ou estada potencial ira fornecer o calor para que o evento aconteça. O sábio Garrincha se vivo estivesse perguntaria aos técnicos se já combinaram com o Sol como fornecedor e se Saturno e Júpiter com suas forças gravitacionais não atuarão sobre a Terra nas suas orbitas. 
·                     A tarefa da passagem na sociedade atual para o novo quadro que se avizinha pode ser feita de forma mais suave se medidas preventivas foram tomadas. A persistência em não encarar a realidade poderá trazer tempos de fortes instabilidades sociais e econômicas dentro de todas as estruturas atuais, a crise do arroz é um pequeno sinal, as hipotecas nos EEUA outra.  
·                     Difundir práticas de racionalização na redução de uso dos fluxos energéticos, melhoramentos de processos, modificações nos transportes de massa e insumos, modificações nas construções para o aproveitamento de todos os recursos naturais. Permitirão enfrentar os tempos de escassez que se avizinham. Soluções coletivas em detrimento das individuais. A questão da individualidade e da coletividade serão temas permanentes. 
·                     O conceito da responsabilidade ética como forma comum junto com a noção das limitações da tecnologia e da organização social pensando e agindo no sentido de uma economia ecológica sustentável fazendo surgir o “homo sustentabilis”. A frase é um plagio de uma defensora do meio ambiente e advogada militante. 
·                     Senhores esta entrando uma nova era e nossos filhos e netos aguardam nossas ações não existindo espaço para omissões. Todos têm contribuições e sugestões e principalmente participar de forma a dar uma esperança às gerações futuras. E talvez retornar as nossas origens e tomando como exemplo as bactérias na sua solidariedade. Uma pratica a muito abandonada nos costumes da atual sociedade. 
Abs, neddo zecca 

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