No Dicionário Aulete uma das definições para “patrão” é ser dono.
Ser dono de alguma coisa como uma empresa de qualquer natureza habilita o indivíduo a ser denominado de “PATRÃO”.
Caminhando um pouco pelos labirintos da formação do conhecimento, vamos identificar algumas profissões que são formadas com a personalidade patronal e se tornam “patrão”onde prestam serviços.
Nas escolas de medicina deste pais depois da reforma da educação preconizada pela ditadura militar, altera-se todos os preceitos humanitários do ensino superior no Brasil.
Antes dela o médico era uma profissional formado para atender o sistema público de saúde e a visão de que as pessoas mereciam receber o melhor as custas do estado segundo o modelo europeu com os médicos voltados para a segurança da família.
Com os acordos MEC-USAID de orientação americana, todos os conceitos de atendimento a saúde foram sendo alterados e não é comum ouvir-se que paciente SUS e igual Jacaré.
Também nas escolas de engenharia alterou-se significativamente a visão do engenheiro sobre a sua função na empresa, ele por força do que lhe incutem na escola diariamente passa a crer que é melhor administrador do país. Médicos, engenheiros, odontólogos entre outros deixam de ser simples mortais e passam a ser a nata da sociedade, a elite pensante, os senhores do poder, homens e mulheres de escol, a nata de uma sociedade de ignaros.
E pasmem, eles acreditam nisso e cá entre nós assumem postura inadequada para o convívio social.
O paciente no consultório e um sujeito fragilizado, o operário na fábrica deve ser tratado como uma peça substituível e sem valor; há escolas de engenharia que afirmam durante todo o curso que o trabalhador deve ser tratado com o rigor de um animal irracional, (chibata nele) porque nada sabe, nada entende a não ser fazer força e operar equipamentos que exijam o uso da força.
Kant afirma que alguns homens tem como bem maior a dignidade e que a dignidade não pode ser aviltada nem tratada com um bem qualquer.
A dignidade humana, dos homens que trabalham e produzem as riquezas de qualquer nação deve e tem que ser respeitadas; as escolas de formação profissional e acadêmica tem que ressaltar desde as primeiras lições que a dignidade é o bem maior de todo ser humano, ainda que alguns tentem comprá-la com dinheiro, ela não pode ser comprada, mas adquirida no forjamento do caráter pela consolidação de valores que a sociedade consumista esta deixando escapar por entre os dedos, como gotas de vapor.
O processo eleitoral que passou, deixou-me deveras estarrecido pelo comportamento das pessoas envolvidas na conquista do eleitor. Como é mutável o comportamento e os compromissos daquele que disputa mandato.
Este é assunto para ser tratado em vários capítulos, sendo este o primeiro.
Vou tentar relatar como funciona o caráter das pessoas, inclusive de eleitos para que você entenda porque no nosso sistema eleitoral trabalhador, pobre, operário não tem vêz e só é lembrado nos últimos dois meses que antecedem o processo eleitoral.
O pensamento burguês, patronal, impera nas lides eleitorais.
Volto em breve.
Ser dono de alguma coisa como uma empresa de qualquer natureza habilita o indivíduo a ser denominado de “PATRÃO”.
Caminhando um pouco pelos labirintos da formação do conhecimento, vamos identificar algumas profissões que são formadas com a personalidade patronal e se tornam “patrão”onde prestam serviços.
Nas escolas de medicina deste pais depois da reforma da educação preconizada pela ditadura militar, altera-se todos os preceitos humanitários do ensino superior no Brasil.
Antes dela o médico era uma profissional formado para atender o sistema público de saúde e a visão de que as pessoas mereciam receber o melhor as custas do estado segundo o modelo europeu com os médicos voltados para a segurança da família.
Com os acordos MEC-USAID de orientação americana, todos os conceitos de atendimento a saúde foram sendo alterados e não é comum ouvir-se que paciente SUS e igual Jacaré.
Também nas escolas de engenharia alterou-se significativamente a visão do engenheiro sobre a sua função na empresa, ele por força do que lhe incutem na escola diariamente passa a crer que é melhor administrador do país. Médicos, engenheiros, odontólogos entre outros deixam de ser simples mortais e passam a ser a nata da sociedade, a elite pensante, os senhores do poder, homens e mulheres de escol, a nata de uma sociedade de ignaros.
E pasmem, eles acreditam nisso e cá entre nós assumem postura inadequada para o convívio social.
O paciente no consultório e um sujeito fragilizado, o operário na fábrica deve ser tratado como uma peça substituível e sem valor; há escolas de engenharia que afirmam durante todo o curso que o trabalhador deve ser tratado com o rigor de um animal irracional, (chibata nele) porque nada sabe, nada entende a não ser fazer força e operar equipamentos que exijam o uso da força.
Kant afirma que alguns homens tem como bem maior a dignidade e que a dignidade não pode ser aviltada nem tratada com um bem qualquer.
A dignidade humana, dos homens que trabalham e produzem as riquezas de qualquer nação deve e tem que ser respeitadas; as escolas de formação profissional e acadêmica tem que ressaltar desde as primeiras lições que a dignidade é o bem maior de todo ser humano, ainda que alguns tentem comprá-la com dinheiro, ela não pode ser comprada, mas adquirida no forjamento do caráter pela consolidação de valores que a sociedade consumista esta deixando escapar por entre os dedos, como gotas de vapor.
O processo eleitoral que passou, deixou-me deveras estarrecido pelo comportamento das pessoas envolvidas na conquista do eleitor. Como é mutável o comportamento e os compromissos daquele que disputa mandato.
Este é assunto para ser tratado em vários capítulos, sendo este o primeiro.
Vou tentar relatar como funciona o caráter das pessoas, inclusive de eleitos para que você entenda porque no nosso sistema eleitoral trabalhador, pobre, operário não tem vêz e só é lembrado nos últimos dois meses que antecedem o processo eleitoral.
O pensamento burguês, patronal, impera nas lides eleitorais.
Volto em breve.
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