Ao Homem de Passa Quatro, Minas Gerais, proeminente pelos próprios méritos, tenaz na condução da sua vida social e política, cofundador do Partido dos Trabalhadores e uma das suas principais figuras em todos os tempos; permito-me, na insignificância a que me atribuo pedir-lhe desculpas (cinco anos depois) por não ter entendido o golpe político que o Sr. Roberto Jeffersom aplicava ao Partido dos Trabalhadores.
Senhor José Dirceu: Vossa excelência da altura da sua grandeza é capaz de entender que nos cá de baixo quando olhamos para cima, vimos estampado no rosto daqueles a quem seguimos, sempre, a maior das virtudes e a intangível honradez, e ai surge das entranhas do mundo nefasto, uma denuncia veemente, de que corre pelas veias subterrâneas da República dejetos que nós na nossa luta histórica sempre combatemos.
Parece não haver justificativa suficiente para amenizar juízos falsos e a não compreensão do momento histórico de consolidação de um projeto (que se daria em parte no ano seguinte com a reeleição do Presidente Lula) com a iminente vitoria esmagadora do Partido dos Trabalhadores que elegeria a maior bancada de um partido político no Congresso Nacional em todos os tempos; em especial na Câmara Federal.
Aqueles que como eu que deixaram a raiva tomar conta e obscurecer o raciocínio, cabe sem sombra de dúvidas reconhecerem que a nação petista, pela surpresa do inédito, ficou inebriada e incapaz de ver no cenário, mais um golpe das elites contra as vitórias políticas dos trabalhadores através de sua representação no Congresso Nacional.
Não fosse a sapiência do Presidente Lula e sua competente equipe de inteligência, o projeto de um país para todos teria sucumbido tal o ímpeto das denuncias e a voracidade dos golpistas de plantão que como cães de caça se atiraram sobre a preza na tentativa de despedaçá-la, de deixá-la em frangalhos.
Felizmente para o Brasil, o povo isentou Lula de qualquer culpa.
Tenho certeza, também a justiça será feita há seu tempo a Vossa excelência, que será inocentado no momento certo, na hora certa e tributos lhe serão laureados pelo segundo período de exílio político que lhe impuseram.
Cabe aqui uma pequena reflexão nestes novos tempos de ficha limpa: “as praticas eleitorais mudaram”?
Atrevo-me a dizer que não. O poder econômico domina nas eleições gerais, principalmente nas legislativas e quiçá cinco porcento dos novos eleitos e reeleitos tenham sido sem o uso do poder econômico. Olhando para as prestações de contas publicadas pelo Tribunal Superior Eleitoral daqueles que disseram terem gasto milhões e para os que disseram que gastaram milhares, tem-se a sensação de que nem todas as despesas foram declaradas; tal o movimento nas ruas no período pré-eleitoral. Como a Justiça tem que ser acionada, fica a pergunta: Quem se atreverá?
Culparam-no pelos desvios de um processo que ninguém quer corrigir, que a Justiça se esforça por seus meios em tentar dar um basta e acaba legitimando o domínio do econômico sobre a vontade popular.
Com certeza, dentre os eleitos, tem aqueles que lhe condenaram mesmo sem provas; que lhe tiraram o mandato maculou a sua imagem e interromperam o caminhar do país ao futuro que lhe estava desenhado.
Felizmente a eleição de 2010 fez justiça; e o PT volta ao governo com suas propostas históricas e a Vossa excelência como artífice deste sonho cabe o mérito de no anonimato político ser vencedor. Agora, cabe no momento certo e pelas vias certas a Justiça fazer-lhe justiça devolvendo-lhe todos os direitos políticos e qualificando-o como o verdadeiro ficha limpa.
Sei que este pedido de desculpas lhe é insignificante, porém como cristão que cometeu um pecado contra um seu irmão cabe-me pedir-lhe perdão.
Que CRISTO, a “Luz Verdadeira” continue a iluminar seus caminhos.
Senhor José Dirceu: Vossa excelência da altura da sua grandeza é capaz de entender que nos cá de baixo quando olhamos para cima, vimos estampado no rosto daqueles a quem seguimos, sempre, a maior das virtudes e a intangível honradez, e ai surge das entranhas do mundo nefasto, uma denuncia veemente, de que corre pelas veias subterrâneas da República dejetos que nós na nossa luta histórica sempre combatemos.
Parece não haver justificativa suficiente para amenizar juízos falsos e a não compreensão do momento histórico de consolidação de um projeto (que se daria em parte no ano seguinte com a reeleição do Presidente Lula) com a iminente vitoria esmagadora do Partido dos Trabalhadores que elegeria a maior bancada de um partido político no Congresso Nacional em todos os tempos; em especial na Câmara Federal.
Aqueles que como eu que deixaram a raiva tomar conta e obscurecer o raciocínio, cabe sem sombra de dúvidas reconhecerem que a nação petista, pela surpresa do inédito, ficou inebriada e incapaz de ver no cenário, mais um golpe das elites contra as vitórias políticas dos trabalhadores através de sua representação no Congresso Nacional.
Não fosse a sapiência do Presidente Lula e sua competente equipe de inteligência, o projeto de um país para todos teria sucumbido tal o ímpeto das denuncias e a voracidade dos golpistas de plantão que como cães de caça se atiraram sobre a preza na tentativa de despedaçá-la, de deixá-la em frangalhos.
Felizmente para o Brasil, o povo isentou Lula de qualquer culpa.
Tenho certeza, também a justiça será feita há seu tempo a Vossa excelência, que será inocentado no momento certo, na hora certa e tributos lhe serão laureados pelo segundo período de exílio político que lhe impuseram.
Cabe aqui uma pequena reflexão nestes novos tempos de ficha limpa: “as praticas eleitorais mudaram”?
Atrevo-me a dizer que não. O poder econômico domina nas eleições gerais, principalmente nas legislativas e quiçá cinco porcento dos novos eleitos e reeleitos tenham sido sem o uso do poder econômico. Olhando para as prestações de contas publicadas pelo Tribunal Superior Eleitoral daqueles que disseram terem gasto milhões e para os que disseram que gastaram milhares, tem-se a sensação de que nem todas as despesas foram declaradas; tal o movimento nas ruas no período pré-eleitoral. Como a Justiça tem que ser acionada, fica a pergunta: Quem se atreverá?
Culparam-no pelos desvios de um processo que ninguém quer corrigir, que a Justiça se esforça por seus meios em tentar dar um basta e acaba legitimando o domínio do econômico sobre a vontade popular.
Com certeza, dentre os eleitos, tem aqueles que lhe condenaram mesmo sem provas; que lhe tiraram o mandato maculou a sua imagem e interromperam o caminhar do país ao futuro que lhe estava desenhado.
Felizmente a eleição de 2010 fez justiça; e o PT volta ao governo com suas propostas históricas e a Vossa excelência como artífice deste sonho cabe o mérito de no anonimato político ser vencedor. Agora, cabe no momento certo e pelas vias certas a Justiça fazer-lhe justiça devolvendo-lhe todos os direitos políticos e qualificando-o como o verdadeiro ficha limpa.
Sei que este pedido de desculpas lhe é insignificante, porém como cristão que cometeu um pecado contra um seu irmão cabe-me pedir-lhe perdão.
Que CRISTO, a “Luz Verdadeira” continue a iluminar seus caminhos.
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